AE
AGÊNCIA ESTADO
26/07/2010 – 08:40
O trabalho da CET analisou o comportamento de motoristas de ônibus e táxis e dos ocupantes dos veículos particulares. Dentre os condutores, o índice mais alto de adesão ao cinto de segurança foi registrado entre os taxistas: 99%. O cumprimento da regra – em vigor na cidade desde 1994, antes mesmo da implementação do Código de Trânsito Brasileiro (em 1997) – também é considerado bom entre os motoristas de ônibus (98%) e dos carros de passeio (96,4%).
Os passageiros no banco da frente também costumam utilizar o cinto (92,9%). Por outro lado, os demais ocupantes dos veículos particulares praticamente ignoram as regras de segurança. Apenas 28,4% das crianças são transportadas de maneira adequada e 11,2% dos adultos usam o cinto de segurança atrás.
“O motorista ainda tem a preocupação de que vai ser multado, mas esse comprometimento não existe em quem está atrás”, diz a gerente de Segurança da CET, Nancy Schneider. Ela acrescenta que o maior risco é uma falsa sensação de segurança por quem está no banco de trás. “Quem não usa cinto atrás é uma arma. Ele provoca risco para si e também para os ocupantes da frente. Mas acabam achando que estão seguros.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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