Carolina Pimentel
Agência Brasil
A Organização Mundial da Saúde (OMS) fixou a quantidade máxima de melamina, composto químico usado na fabricação de resinas plásticas, que pode estar presente nos alimentos de modo a não provocar intoxicações. Para os alimentos enriquecidos, o limite é de 1 miligrama por quilo (mg/kg). No caso de outros tipos de alimentos, o teto é de 2,5 mg/kg.
Em contato com alimentos, a melamina pode contaminá-los. O corpo humano tolera baixos níveis da substância. Porém, em grande quantidade, se torna tóxica à saúde do homem, segundo comunicado da OMS.
A presença da substância em alimentos chamou a atenção das autoridades mundiais de saúde depois de escândalo na China, ocorrido em 2008, quando foi descoberta a adição ilegal de melamina em leite líquido e em pó para elevar o nível de proteína do produto. A substância provocou a morte de bebês e deixou milhares de pessoas intoxicadas no país asiático.
Os limites de melamina foram definidos pela comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável pelo setor de alimentação, a Codex Alimentarius Commission. O grupo, reunido em Genebra, é composto por 500 representantes de 130 países.
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