EVANDRO FADEL
AGÊNCIA ESTADO
14/12/2009 – 15:34
“O requerente possui ocupação lícita, residência fixa e é primário, restando, portanto, face a aparente ausência de periculosidade do agente nesta fase inquisitorial, que o pedido merece acolhimento”, registrou o juiz.
Eduardo tinha sido preso em flagrante após testemunhas afirmarem que ele dirigia com velocidade acima da permitida na rua onde ocorreu o acidente, no Bairro do Batel. Além disso, outras testemunhas afirmaram que ele passou em sinal vermelho. O empresário se recusou a fazer o teste de bafômetro, mas policiais militares que atenderam à ocorrência relataram sinais de embriaguez.
Na análise do juiz, há contradição nos depoimentos a respeito do estado de embriaguez e de que não teria respeitado a sinalização. Para Corat, o airbag do carro ocupado por Eduardo foi acionado, o que poderia justificar suas atitudes desconexas. De acordo com o juiz, o equipamento ofende a integridade física do motorista, “situação que pode ter gerado a sua aparência de desnorteado, cambaleante e a vermelhidão no rosto e olhos”. Além disso, o empresário também teria se disposto a prestar socorro.
Para o delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran), Armando Braga de Moraes, o fato de Eduardo responder ao inquérito em liberdade não altera as investigações. No acidente, morreram quatro pessoas que iam fazer uma gravação para divulgar um evento da Igreja Mundial do Poder de Deus. O pastor Felipe Pires, que dirigia o carro, deve ter alta nos próximos dias.
Matérias relacionadas:
9 de dezembro de 2010
13 de agosto de 2010
12 de agosto de 2010
11 de agosto de 2010
10 de agosto de 2010
9 de agosto de 2010
7 de agosto de 2010
6 de agosto de 2010
5 de agosto de 2010
4 de agosto de 2010
3 de agosto de 2010
2 de agosto de 2010
1 de agosto de 2010
30 de julho de 2010
29 de julho de 2010