1 de outubro de 2010 16:17 

Cuidados com a saúde bucal pedem atenção redobrada na ‘melhor idade’

NATÁLIA MANCIO
DA ROJAS COMUNICAÇÃO

Idosos ativos caminhando pela cidade, fazendo compras, participando de excursões pelo país afora e dançando em bailes, provam que é possível viver com qualidade em sua Melhor Idade. Após uma primeira fase de vida cheia de compromissos, trabalhando e cuidando do conjugue, dos filhos e, às vezes, dos netos, os vovós e vovôs de hoje recomeçam uma nova vida. E esta nova fase vem com a possibilidade de se autorizar mimos e prazeres, como viagens, e também de cuidar melhor de si mesmo, dedicando tempo para esporte ou tratamentos de saúde. Dados de uma pesquisa realizada pelo IBGE mostram que a expectativa de vida do brasileiro aumentou de 69 para 72 anos de 1998 a 2008. Em quase 50 anos, entre 1950 e 1998, a população de pessoas de mais de 60 anos quase triplicou no mundo, passando de 204 para 579 milhões. E as projeções atuais indicam que, em 2050, a população idosa será de quase dois bilhões de pessoas.

Os avanços da medicina contribuem para o aumento da população de mais de 60 anos, pois auxiliam no prolongamento e na melhoria da qualidade de vida. Desses avanços, as práticas voltadas à saúde bucal e à dentição se beneficiaram, em algumas décadas, de vários progressos. Mas muitas das pessoas que passaram a sua infância nos anos quarenta e anteriores não tiveram acesso, quando pequenos e adolescentes, aos cuidados bucais adequados, por falta de estrutura e de recursos e uso de métodos ainda precários.

Em consequência, muitos idosos apresentam hoje arcadas com falhas, doenças gengivais e, muitas vezes, ausência total ou parcial dos dentes. A solução mais utilizada popularmente é a prótese móvel feita de resinas compostas (técnica que surgiu nos anos 40). Porém, a famosa dentadura, apesar de auxiliar esteticamente, dificulta a mastigação. Incomparável à arcada original, ela pode causar problemas gástricos como azia, gastrites e úlceras. Os incômodos e receios ocasionados pela utilização desse tipo de prótese móvel são relatados com frequência nos consultórios dentários. “Muitos pacientes reclamam da dificuldade de limpeza e manutenção, lamentam acidentes como desprendimento ou perda da dentadura na frente de familiares e amigos, e encontram dificuldades para se adaptar, principalmente na hora das refeições”, afirma o cirurgião dentista e diretor técnico da Simplan Implante, Gabriel Lembo.

A tecnologia oferece outra opção: as próteses fixas, uma excelente solução para quem sofreu com a perda parcial ou total de dentes. As próteses fixas se beneficiaram com o aprimoramento das técnicas cirúrgicas e o uso do titânio (metal que consegue se integrar ao osso humano). “As próteses fixas não são removíveis: são estáveis na boca e funcionam de forma semelhante aos dentes naturais, proporcionando uma boa mastigação, aparência saudável e fácil higienização”, afirma o especialista. As próteses fixas são colocadas na gengiva por meio de pinos de titânio, chamados ‘implantes’, distribuídos no osso maxilar ou mandibular, no lugar das raízes dos dentes perdidos.

Os implantes dentários – seja para suportar próteses fixas completas ou fixas parciais, ou mesmo só uma coroa de porcelana, conforme a necessidade do paciente – podem ser feitos até por diabéticos e pacientes cardíacos, com cuidado e precaução, porém, sem restrição de idade.

Serviço:

Simplan Implante – (11) 3508 3733 – www.simplanimplante.com.br



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