Burkina Faso, Cabo Verde, Gâmbia, Mali, Mauritânia, Níger e Senegal já baniram o agrotóxico Endosulfan de suas lavouras, acompanhando a União Européia e outras quatro dezenas de países. O Brasil, sempre generoso com a indústra de venenos, estendeu até junho de 2013 o uso do agrotóxico mortal. O Ministério da Agricultura derrotou a Anvisa na reunião que definiu o prazo. Difícil entender a benevolência do MA com o perigoso agrotóxico.
A esperança é a ação do Ministério Público que tramina na Justiça Federal de Brasília, pedindo a proibição do inseticida no País. Até a decisão da Justiça, os defensores do Endosulfan alojados no Ministério da Agricultura poderiam oferecer exemplo de coragem e se submeterem a pulverizações periódicas do produto que tão ardorosamente defendem.
PS: Se o pessoal do Ministério da Agricultura não sabe, a Europa produz beterraba e batata sem Endosulfan.
(A.C.)
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